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Eu amo como Stephen consegue criar uma narrativa tensa em coisas que eu jamais pensaria: um cachorro mordido por um morcego com raiva.
E, sim, a história ficou muito boa.
É um processo lento, onde o Cujo em si não tem tanto protagonismo, mas sim as pessoas à sua volta, seus donos, os clientes dos seus donos, e como ele vai se transformando aos poucos, num processo natural. Ele é uma peça essencial que se encaixa em tudo, o ponto de conexão de todos os personagens e história.
Ele não vira um vampiro nem nada do tipo, ele simplesmente se transforma em um monstro real.
Eu fiquei com receio do que iria acontecer com o cachorro, de como seria o desfecho dele, mas King conseguiu fazer de uma forma que não ficasse pesado no sentido de "Meu Deus, o cachorro!", sabe?
A única coisa que me cansa um pouco é a extensiva descrição detalhada das coisas, a todo momento. Isso acaba tirando um pouco do ânimo para continuar lendo. Sei que provavelmente isso é para visualizar e entrar na história, mas em certos momentos não vi necessidade, mas quem sou eu perto de King, né?
Recomendo!

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