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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Cujo [Stephen King]

Um enorme cão São Bernardo, era um bom cachorro e não teve culpa de ter sido mordido por um morcego contaminado com raiva. E menos ainda que o mal só tivesse sido percebido quando não havia mais remédio. O que se seguiu foi inevitável, um sucessão de mortes pavorosas e como acontecimento-chave os momentos de horror passados por uma mãe e seu filho de quatro anos presos dentro de um pequeno carro durante dois dias escaldantes e noites, enquanto do lado de fora um cão danado os vigiava! // Eu amo como Stephen consegue criar uma narrativa tensa em coisas que eu jamais pensaria: um cachorro mordido por um morcego com raiva. E, sim, a história ficou muito boa. É um processo lento, onde o Cujo em si não tem tanto protagonismo, mas sim as pessoas à sua volta, seus donos, os clientes dos seus donos, e como ele vai se transformando aos poucos, num processo natural. Ele é uma peça essencial que se encaixa em tudo, o ponto de conexão de todos os personagens e história. Ele não vira um vampiro nem...